Arquivos | fevereiro, 2012

Satélite capta redemoinho no meio do oceano com mais de 144 km de largura

22 fev

fonte: Jornal Ciência (Osmairo Valverde)

Um satélite da NASA forneceu imagens de um enorme redemoinho no fundo do mar. A massa de água em rotação – que mede inacreditáveis 144,6 km de largura – foi avistada na costa da África do Sul, por um satélite no dia 26 de dezembro de 2011, mas só agora a Agência Espacial Norte Americana liberou as imagens.

Apesar da assustadora imponência, a massa de água não é motivo de alerta internacional ou preocupação com os peixes da região. Na verdade, é mais provável que o redemoinho melhore a vida marinha por dispersar nutrientes, retirando alimento das profundezas e espalhando na superfície.

As tempestades do mar, mas conhecidos como vórtices, possuem formas bizarras de um turbilhão, formando-se em grandes profundidades. Este tipo de evento natural é chamado de Redemoinhos Agulha, e são considerados os maiores do mundo. A imagem foi capturada quando os satélites faziam um trabalho de varredura de rotina em nosso planeta.

Suíça apresenta projeto de satélite para limpar lixo espacial

17 fev

fonte:  Inovação Tecnológica

O protótipo destruirá o lixeiro junto com o lixo, mas a ideia é ter novas ideias para evitar isso. (Imagem: Pascal Coderay/EPFL)

Satélite-gari

Engenheiros suíços apresentaram o conceito de um satélite-gari, um projeto para construir o primeiro protótipo de uma família de satélites artificiais capazes de capturar e “incinerar” o lixo espacial.

CleanSpace One - algo como LimpaEspaço Um, em tradução livre – teria a missão de se aproximar de satélites desativados, ou outros detritos espaciais, agarrá-los e forçar sua queda, queimando-se ambos na reentrada na atmosfera.

Minúsculo, mais ou menos do tamanho de uma caixa de sapatos, o projeto se encaixa na categoria dos picossatélites.

Os idealizadores do projeto já escolheram até o alvo simbólico para o lançamento inicial do CleanSpace One: o primeiro objeto suíço a ir ao espaço, o picossatéliteSwisscube, que foi colocado em órbita em 2009, ou o seu primo TIsat, lançado em julho de 2010.

Tecnologias para limpeza espacial

Antes que o sonho se torne realidade, contudo, os engenheiros suíços têm três grandes desafios a superar, cada um dos quais exigirá o desenvolvimento de novas tecnologias.

Após o seu lançamento, o satélite de limpeza terá que ajustar sua trajetória, a fim de fazê-la coincidir com o plano orbital do seu alvo.

Para fazer isso, afirmam seus idealizadores, ele poderia usar um novo tipo de motor ultra-compacto, projetado para aplicações espaciais, que está sendo desenvolvido nos laboratórios da Escola Politécnica Federal de Lausanne.

Quando chegar ao alcance do detrito espacial, o satélite-gari estará viajando a 28.000 km/h, a uma altitude entre 630 e 750 km.

Ele deverá então agarrar sua presa e estabilizá-la – uma missão nada simples nessas velocidades, particularmente se o satélite desativado estiver girando, como acontece normalmente.

Para realizar essa parte da tarefa, os cientistas estão planejando desenvolver um mecanismo de fixação inspirado em uma planta ou animal, embora ainda não saibam qual.

Queda controlada

Uma vez acoplado com o satélite, oCleanSpace One mergulhará com o satélite indesejado rumo à atmosfera da Terra, onde os dois irão se queimar durante a reentrada.

Com as experiências recentes de quedas não controladas de satélites, em que pedaços sempre chegam à superfície, o mais adequado seria dirigir a queda para o Pacífico Sul, onde a NASA e outras agências espaciais sempre jogaram seus lixos espaciais, por ser uma área desabitada e sem rotas marítimas.

Os engenheiros suíços afirmam que, embora seu primeiro modelo, se chegar a ser fabricado, esteja destinado a ser destruído, a ideia é construir novas versões reaproveitáveis.

“Nós queremos oferecer e vender toda uma família de sistemas pré-fabricados, concebidos de forma tão sustentável quanto possível, que sejam capazes de tirar de órbita vários tipos diferente de satélites,” imagina Volker Gass, diretor do Centro Espacial Suíço.

Pioneiros na limpeza espacial

Agora só falta o dinheiro.

Antes que o sonho se torne realidade, os engenheiros suíços têm três grandes desafios a superar, cada um dos quais exigirá o desenvolvimento de novas tecnologias. (Imagem: EPFL)

A concepção e a construção do CleanSpace One, bem como a sua viagem inaugural, vai custar cerca de 10 milhões de francos suíços, o equivalente a R$18,5 milhões.

Segundo Gass, dependendo do financiamento e dos parceiros industriais, a estreia do satélite-gari poderia ocorrer dentro de três a cinco anos.

“As agências espaciais estão cada vez mais descobrindo que é necessário levar em consideração e se preparar para a eliminação do material que está sendo enviado para o espaço. Nós queremos ser os pioneiros nesta área,” diz o engenheiro.

Talvez sejam pioneiros na construção, mas a ideia, que não é nova, parece vaga demais para se chamar de projeto.

No ano passado, um grupo de cientistas norte-americanos já havia apresentado uma proposta mais realística para um equipamento capaz de limpar múltiplos lixos espaciais, ficando no espaço em missões de sete anos.

8 super aplicativos verdes para iPhone

3 fev

Não dá pra salvar o mundo pelo celular, mas alguns aplicativos nos ajudam a fazer a nossa parte. Confira alguns dos mais bacanas e escolha o seu.

fonte: Exame (Vanessa Barbosa)

Já parou para pensar na quantidade de poluentes que seu carro emite? Ou qual a sua pegada de carbono para ir e vir do trabalho diariamente? Nos slides a seguir, você vai encontrar alguns aplicativos que podem ajudar a responder essas perguntas que a cada dia se tornam mais imperativas. Também vai se divertir com ferramentas curiosas, como a Aves do Brasil, que identifica o pássaro pelo canto, ou com o Good Guide, que lista o ciclo de vida dos produtos e empresas e dá uma nota para quesitos como responsabilidade sócio ambiental e saúde.

Confira a seguir a lista completa de aplicativos verdes para iPhone:

Concurso elege melhor imagem captada por satélite

3 fev

fonte: BBC BRASIL

A foto do rio Rakaia (Nova Zelândia), que lembra uma fita trançada em azul e branco, é a vencedora de um concurso on-line promovido pela empresa americana DigitalGlobe para eleger a melhor imagem por satélite captada pela companhia em 2011.

Foto vencedora mostra o rio Rakaia, na Nova Zelândia, como uma fita azul e branca;

Produzida em março de 2011, a ganhadora recebeu mais votos pelos internautas na página da DigitalGlobe no Facebook.

Ela ficou à frente de do arquipélago artificial Palm Island, em Dubai, do vulcão Mauna Loa, no Havaí, de um porta-aviões chinês durante testes no mar Amarelo e das ilhas Tahaa e Raiatea, no Pacífico.

A seleção incluiu também imagens dos estragos na usina nuclear de Fukushima, no Japão, após o tsunami de março; o complexo de Muammar Gaddafi durante os confrontos na Líbia e os trabalhos de reconstrução no Marco Zero, em Nova York.

O arquipélago artificial Palm Island, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos;

 Clique aqui e veja a galeria de fotos.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 805 other followers