Emissões de CO2 atingem recorde em 2011, diz Agência Internacional de Energia

25 mai

China teve aumento de 9,3% e puxou alta global. Informações são de balanço da Agência Internacional de Energia.

fonte: Portal G1

As emissões globais de dióxido de carbono (CO2) pela queima de combustível fóssil atingiram um recorde de 31,6 bilhões de toneladas, informou um balanço preliminar publicado nesta quinta-feira (24). Foi um aumento de 3,2% em relação ao ano passado, que detinha a maior marca da história até agora.

O levantamento foi feito pela Agência Internacional de Energia (AIE), uma organização autônoma sediada em Paris, que tem como objetivo pesquisar fontes de energia confiáveis, baratas e limpas para seus 28 países membros – o Brasil não faz parte do grupo.

Segundo o levantamento, a principal fonte do CO2 emitido em 2011 foi a queima de carvão, que respondeu por 45% desse tipo de poluição. Em seguida, aparecem o petróleo, com 35%, e o gás natural, com 20%.

Reduzir as emissões é essencial para controlar o aquecimento global, já que o gás é um dos principais responsáveis pelo fenômeno. Segundo o estudo, o máximo que as emissões podem atingir por ano são 32,6 bilhões de toneladas, pico que deve ocorrer em 2017, para que o aumento da média da temperatura global não ultrapasse 2ºC.

Ambientalistas chineses fazem protesto em Pequim, em abril (Foto: Reuters/Greenpeace/Lu Guang/Divulgação)

China puxa a alta
A China foi a principal responsável pela alta nas emissões globais. Ela sozinha aumentou suas emissões em 720 milhões de toneladas – o aumento absoluto global foi de 1 bilhão de toneladas. Percentualmente, o país, que é o principal emissor de CO2 do mundo, teve aumento de 9,3%. No entanto, o relatório ressalta que a China tem adotado medidas para aumentar sua eficiência energética, e que as emissões estão crescendo menos que a economia, o que é positivo.

A Índia também teve um aumento significativo. O país emitiu 140 milhões de toneladas a mais que em 2010, um crescimento relativo de 8,7%.

Nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo que inclui EUA, Canadá, Austrália, Japão e a maioria dos países europeus, houve redução de 0,6% das emissões.

As emissões norte-americanas caíram 1,7% em 2011, principalmente pela substituição de usinas a carvão para gás natural e também por um inverno mais brando que reduziu a demanda por aquecimento, segundo a AIE.

Apesar dos números, as emissões per capita dos dois países mais populosos do mundo ainda está bem abaixo dos países ricos. Cada chinês emitiu, em média, 63% do que emitiu um morador dos países da OCDE. Na mesma comparação, um indiano emitiu 15% da média da OCDE.

Primeiro foguete privado decola rumo à Estação Espacial Internacional

23 mai

‘Falcon 9’ leva cápsula ‘Dragon’ com carga para ISS. Lançamento é o primeiro que envolve voo comercial à estação.

fonte: Portal G1

Um foguete não tripulado privado da empresa SpaceX decolou de Cabo Canaveral, Flórida, nesta terça-feira (22), numa missão teste cujo destino é a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), tornando-se o primeiro voo comercial a viajar rumo ao complexo orbital.

O “Falcon 9” partiu às 3h44 (hora local) da mesma plataforma de lançamento – reformada – de onde a Nasa lançava seus ônibus espaciais que agora estão aposentados. O foguete leva a cápsula “Dragon”, com carga para os seis astronautas que ocupam a ISS.

O foguete ‘Falcon 9’ decola de Cabo Canaveral. (Foto: John Raoux / AP Photo)

A carga de pouco mais de 500 kg leva suprimentos simples, como alimentos, que, apesar de úteis, não são indispensáveis para os astronautas que estão na ISS. Isso porque esse voo ainda é visto como um teste, uma forma de mostrar que a empresa e capaz de levar carga e, posteriormente, astronautas até a estação.

A Space X, cujo nome completo é Space Exploration Technologies, recebeu da Nasa US$ 1,6 bilhão para fazer 12 voos de reabastecimento para a estação após a aposentadoria dos ônibus espaciais no ano passado. Ao lado dela, outra empresa, a Orbital Technologies, também está sob contrato para realizar esses voos robóticos.

Se as empresas conseguirem provar que podem voar com segurança, os americanos – que estão sem naves próprias desde a aposentadoria de Discovery, Endeavour e Atlantis – finalmente poderão voltar ao espaço por conta própria.

Atualmente, a Nasa dependente da Rússia para enviar tripulação à estação espacial, a um custo de mais de US$ 60 milhões por pessoa.

Tênis transforma movimento dos pés em energia

20 abr

fonte: Exame.com (Vanessa Barbosa)

Com design futurista, o tênis “InStep Nanopower” é capaz de aproveitar a energia mecânica do movimento dos pés e gerar uma corrente elétrica para abastecer pequenos aparelhos eletrônicos. Toda a magia acontece graças à presença de nanopartículas de metal líquido contido no interior de pequenas bolsas no solado do tênis. A energia gerada é então armazenada em uma bateria conectada a um cabo USB.

Segundo o site oficial do produto, que foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, testes recentes indicam que cada passada pode gerar até 20 watts. Uma caminhada intensa ou corrida poderia então gerar energia suficiente para estender a duração da bateria de um celular ou iPod.

INPE lança site para monitorar colheita da cana paulista

2 abr

fonte: INPE (Marjorie Xavier)

São as imagens de satélites processadas e analisadas no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que permitem avaliar se os produtores do estado de São Paulo estão substituindo a colheita manual da cana-de-açúcar – e o consequente uso do fogo – pela mecanização como estabelece o Protocolo Agroambiental.

Para apresentar os dados sobre o tipo de colheita, com ou sem queima da palha da cana-de-açúcar, está sendo lançado o site do projeto de “Monitoramento da Colheita da Cana-de-açúcar via Imagens de Satélite”: www.dsr.inpe.br/laf/canacrua

As informações mais recentes, sobre a safra 2011-2012, mostram que a mecanização já atingiu 65,2% da colheita no estado. Isso significa que dos 4.796.140 hectares de cana colhidos na última safra, 3.125.619 hectares foram colhidos mecanicamente, enquanto 1.670.521 hectares (34,8%) ainda sofreram com a queima.

A diminuição das queimadas tem impactos importantes no ambiente, com a redução de emissões, e na própria saúde da população, que sofre com a fumaça em tempos de colheita da cana.

Para diminuir gradativamente a prática da queima da palha da cana pelos produtores paulistas, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a União da Indústria de Cana-de-açúcar do Estado de São Paulo (UNICA) e as associações de fornecedores firmaram o Protocolo Agroambiental. Os dados do INPE, gerados no âmbito do Projeto CANASAT, permitem verificar se informações fornecidas pelos produtores aos órgãos ambientais correspondem à realidade. Para isso, são analisadas as imagens de satélites registradas ao longo do período da colheita para identificar se há sinais de queimada.

No novo site, os dados são apresentados em mapas, gráficos e tabelas que permitem avaliar a situação em cada município ou região desde 2006. Também estão disponíveis publicações, artigos científicos que descrevem a metodologia utilizada e os resultados obtidos pelo Projeto CANASAT.

Artigo

No final de 2011, a equipe do Projeto CANASAT, ligado à Divisão de Sensoriamento Remoto da Coordenação de Observação da Terra do INPE, publicou o artigo “Remote Sensing Images in Support of Environmental Protocol: Monitoring the Sugarcane Harvest in São Paulo State, Brazil”. Confira em http://www.mdpi.com/2072-4292/3/12/2682/

Sobre o CANASAT

Desde 2003, o Projeto CANASAT utiliza técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento para mapear a área cultivada e fornecer informações sobre a distribuição espacial da cultura de cana-de-açúcar. Inicialmente apenas para o estado de São Paulo, a partir de 2005 o mapeamento passou a abranger também Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e, desde 2010, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Já o mapeamento sobre o tipo de colheita, para verificar a ocorrência da prática da queima da palha da cana, é realizado apenas para o estado de São Paulo e foi motivado pelo estabelecimento do Protocolo Agroambiental. Em breve esses mapas serão disponibilizados para os outros estados da região Centro-Sul.

As imagens de satélites, por cobrir grandes extensões territoriais e em períodos regulares de tempo, são ferramentas eficazes para monitorar com segurança as áreas cultivadas e apontar, por exemplo, se a colheita foi realizada com ou sem queima da palha da cana. Também permitem acompanhar as mudanças de uso e cobertura da terra decorrentes da expansão do cultivo da cana-de-açúcar.

Satélite disponibilizará Internet banda larga para todos os municípios brasileiros

30 mar

fonte: MundoGEO (Elis Jacques)

Todos os municípios brasileiros terão Internet banda larga através de um satélite geoestacionário de comunicação, anunciou Marco Antônio Raupp, ministro de Ciência e Geotecnologia. O Brasil busca na Índia uma parceria técnica, já que a construção e o lançamento têm um custo de R$ 750 milhões, sob responsabilidade da Telebras e Embraer.

O governo brasileiro irá realizar uma licitação internacional no próximo mês, mas acredita-se que a Índia é uma grande candidata na disputa pelo projeto, tendo uma experiência com lançamentos de mais de 70 satélites.

O anúncio foi feito esta semana, durante o quarto encontro de cúpula dos Brics, em Nova Délhi. Ainda segundo Raupp, está havendo uma discussão para a possibilidade de produzir e lançar conjuntamente entre Brasil, Índia e África do Sul, um satélite científico para observação do clima no Atlântico Sul, medindo e entendendo as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas na Terra.

Outra novidade é a assinatura de um acordo com os indianos para o programa “Ciências sem fronteiras”. Ele possibilitará o intercâmbio de estudantes entre Brasil e Índia para treinamento nas áreas de ciências naturais e engenharia .

Fracasso da geoengenharia: gases que salvaram camada de ozônio agora ameaçam o clima

30 mar

fonte: Inovação Tecnológica

O Mar de Aral praticamente desapareceu depois de uma das primeiras experiências de manipulação de ecossistemas feitas no mundo. Image:Wikimedia

O feitiço e o feiticeiro

O Protocolo de Montreal entrou em vigor em 1989, e ficou famoso por banir os CFCs (clorofluorocarbonetos) e os HCFCs (hidroclorofluorocarbonos), que destroem a camada de ozônio.

Esses gases foram então substituídos pelos HFCs (hidrofluorocarbonetos), que se acreditava serem benéficos ou, no mínimo, inertes em relação à camada de ozônio em particular e ao meio ambiente em geral.

Contudo, demonstrando os riscos a que o planeta está sujeito com experimentos de geoengenharia, agora os próprios cientistas estão pedindo um controle sobre o uso também dos HFCs.

De certa forma, a substituição dos CFCs pelos HCFCs foi o primeiro experimento de geoengenharia em larga escala. E os resultados não foram bons.

Ativos e duradouros

Já havia sido demonstrado que os HFCs podem provocar chuva ácida.

Agora ficou demonstrado também, ao que contrário do que se demonstrara na época, que os hidrofluorocarbonetos são climaticamente muito ativos e extremamente persistentes no ambiente.

Os hidrofluorocarbonetos são muito semelhantes aos clorofluorocarbonetos, com a diferença de não usaram cloro e não destruírem o ozônio estratosférico. Ambos são usados em geladeiras e ar-condicionados, em latas de aerossol e como solventes na fabricação de espuma.

O que não se sabia então era que esses HFCs são gases de efeito estufa muito potentes.

O HFC-134a, também conhecido como R-134a, por exemplo, usado nos aparelhos de ar-condicionados de automóveis, é 1.430 vezes mais ativo do que o hoje quase odiado CO2 (dióxido de carbono).

O dióxido de carbono bem poderia rivalizar com o oxigênio como o “gás da vida”, dada sua importância no ciclo biológico da Terra.

Hoje, porém, ele é mais conhecido como um gás de efeito estufa – o mesmo efeito que permite a vida na Terra, mas que, levado ao exagero, pode colocar essa mesma vida em dificuldades.

Força radioativa

Uma equipe internacional de cientistas, que inclui o Prêmio Nobel de Química Mario Molina, concluiu que o Protocolo de Montreal trouxe inúmeros benefícios não-intencionais para o meio ambiente, incluindo a redução da emissão de mais de 10 bilhões de toneladas de CO2.

Contudo, eles afirmam temer que esses benefícios possam ser logo jogados fora pelas emissões de HFCs, que estão crescendo a taxas entre 10 e 15% ao ano. “A contribuição dos HFCs para as mudanças climáticas pode ser vista como um efeito colateral negativo do Protocolo de Montreal,” afirmam.

A força radioativa – uma medida do efeito de substâncias químicas sobre o clima – dos CFCs tem permanecido constante em 0,32 W/m2, graças ao seu banimento. Mas os HFCs já atingiram 0,012 W/m2 e, segundo os cientistas, poderão alcançar entre 0,25 e 0,4 W/m2 em 2050 – para comparação, o CO2 tem uma força radioativa de 1,5 W/m2.

O maior problema são os chamados HFCs saturados, que podem sobreviver na atmosfera por até 50 anos.

A sugestão dos pesquisadores é que o Protocolo de Montreal seja modificado para incluir essas substâncias, evitando assim toda uma nova rodada de negociações em nível mundial.

SOS Mata Atlântica avalia rios brasileiros como ‘ruins’ ou ‘regulares’

27 mar

Nenhum rio analisado foi considerado bom pela ONG. Dos corpos de água analisados, 25% foram considerados ruins.

fonte: G1 Natureza (Amanda Rossi )

Rio Verruga, em Vitória da Conquista (BA), foi analisado no primeiro levantamento da SOS Mata Atlântica e foi considerado "péssimo" (Foto: Divulgação / SOS Mata Atlântica)

A organização não-governamental SOS Mata Atlântica avaliou a qualidade da água de 49 rios, córregos, ribeirões, represas, lagos e açudes do país e classificou 25% como “ruim” e 75% como “regular”. Nenhum dos corpos de água avaliados recebeu a classificação “bom” ou “ótimo”. As análises seguem padrões do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e foram realizadas em 11 estados brasileiros entre janeiro de 2011 e março de 2012.

“O resultado é um alerta para autoridades e também para a população, para que haja uma mudança de comportamento e a adoção de atitudes capazes de reverter este quadro. A tendência da situação da água no mundo é de agravamento dos problemas, sobretudo pelo crescimento das cidades e pelo mau uso deste recurso”, diz Malu Ribeiro, coordenadora do Programa Rede das Águas, da SOS Mata Atlântica.

Entre os critérios analisados estão a presença de espuma e lixo, existência de peixes, larvas, vermes e características como temperatura, turbidez, odor e contaminação por coliformes. Os 49 “corpos de água” estão localizados em cidades visitadas por projetos da organização e sofrem maior influência de esgoto e lixo. Mas, segundo Malu Ribeiro, a qualidade da água dos rios na zona rural também é crítica.

“Infelizmente, nas zonas rurais a situação também é crítica, devido ao uso intenso de agrotóxico e fertilizantes em algumas culturas, além do desmatamento de matas ciliares e áreas de proteção permanente”, afirma. “Todas as grandes cidades dependem da preservação de matas em torno dos corpos de água”.

Análise
Esta é a segunda edição da análise da qualidade da água dos rios feita pela SOS Mata Atlântica. Entre maio de 2009 a dezembro de 2010, a organização avaliou 75 cursos de água e também não constatou nenhum caso “bom” ou “ótimo”. No entanto, no levantamento anterior três rios foram considerados “péssimos” – categoria não encontrada na última pesquisa, que analisou menos corpos de água.

Alguns dos rios que fizeram parte da primeira edição foram reavaliados no segundo levantamento. Dos 19 casos, 12 não mudaram de categoria, 5 melhoraram e dois pioraram. O destaque da melhora foi o Rio Passo dos Índios, em Chapecó, que passou que péssimo para regular.

Na última rodada de análises, a melhor qualidade de água foi verificada na Bica da Marina, em Angra dos Reis (RJ). A pior ocorreu no Rio Criciúma, na cidade de mesmo nome, em Santa Catarina.

Veja a tabela completa:

Cidade Corpo de água Pontuação Classificação
Angra dos Reis (RJ) Bica da Marina 33 pontos Regular
Balneário Camboriú (SC) Rio Camboriú 33 pontos Regular
Foz do Iguaçu (PR) Arroio Jupira 33 pontos Regular
Resende (RJ) Rio Paraíba do Sul 33 pontos Regular
Vitória (ES) Rio Santa Maria da Vitória 33 pontos Regular
Guarujá (SP) Rio Santo Amaro 32 pontos Regular
Itanhaém (SP) Rio Itanhaém 32 pontos Regular
Linhares (ES) Rio Doce 32 pontos Regular
Porto Alegre (RS) Rio Guaíba 32 pontos Regular
Prado (BA) Rio Jucuruçu 32 pontos Regular
Tianguá (CE) Rio São Gonçalo 32 pontos Regular
União da Vitória (PR) Rio Iguaçu 32 pontos Regular
Caravelas (BA) Rio Caravelas 31 pontos Regular
Cascavel (PR) Rio Bezerra 31 pontos Regular
Dourados (MS) Córrego Laranja Doce 31 pontos Regular
Marília (SP) Ribeirão dos Índios 31 pontos Regular
Sobral (CE) Rio Acaraú 31 pontos Regular
Canavieiras (BA) Rio Pardo 30 pontos Regular
Chapecó (SC) Riacho Passo dos Índios 30 pontos Regular
Florianópolis (SC) Córrego Grande 30 pontos Regular
Iguape (SP) Rio Barreira de Iguape 30 pontos Regular
Itamaraju (BA) Rio Jucuruçu 30 pontos Regular
Itu (SP) Rio Tietê 30 pontos Regular
Londrina (PR) Córrego Bom Retiro 30 pontos Regular
Silva Jardim (RJ) Rio Capivari 30 pontos Regular
Blumenau (SC) Rio Itajaí 29 pontos Regular
Cascavel (PR) Rio Sanga Funga 29 pontos Regular
Extrema (MG) Rio Jaguari 29 pontos Regular
Jacareí (SP) Rio Paraíba do Sul 29 pontos Regular
Joinville (SC) Rio Cachoeira 29 pontos Regular
Cabo Frio (RJ) Rio Una 28 pontos Regular
Jacobina (BA) Rio Itapicuruzinho 28 pontos Regular
Passo Fundo (RS) Arroio Pinheiro Torto 28 pontos Regular
Nova Friburgo (RJ) Rio Bengalas 27 pontos Regular
Ouro Preto (SP) Rio Funil 27 pontos Regular
Taubaté (SP) Rio Una 27 pontos Regular
Teresina (PI) Rio Poti 27 pontos Regular
Belo Horizonte (MG) Ribeirão Arrudas 26 pontos Ruim
Caratinga (MG) Rio Caratinga 26 pontos Ruim
Catu (BA) Rio Catu 26 pontos Ruim
Curitiba (PR) Rio Quero Quero 26 pontos Ruim
Juazeiro do Norte (CE) Rio Salgado 26 pontos Ruim
Teresópolis (RJ) Rio Paquequer 26 pontos Ruim
Caxias do Sul Rio Tega 25 pontos Ruim
Juiz de Fora (MG) Rio Paraibuna 25 pontos Ruim
São Sebastião (SP) Córrego Outeiro 25 pontos Ruim
Teresina (PI) Rio Parnaíba 25 pontos Ruim
Jacobina (BA) Rio Itapicuru Mirim 24 pontos Ruim
Criciúma (SC) Rio Criciúma 23 pontos Ruim

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