Evite engarrafamentos no Carnaval com esta atualização do Waze da Google

fonte: Tecmundo – Por Ramon Voltolini

waze

O popular serviço de GPS e rede social Waze da Google lançou sua campanha para o Carnaval com os Road Goodies. A empreitada se estende para além de Brasil pela primeira vez; agora, usuários da Itália e Alemanha terão acesso também a figura carnavalescas como chapéus, máscaras e pandeiros. Os ícones alternativos ficam dispostos no período entre os dias 03 de fevereiro e 09 de março.

waze-carnaval

Ajudar motoristas a evitar ruas congestionadas e engarrafamentos é o principal objetivo da iniciativa. Os Goodies serão os mesmos para o Brasil e para a Alemanha, enquanto que na Itália serão espalhados fogos de artifício. Usuários podem elevar seus status na rede a partir do uso de Goodies (que vale três pontos) – para captá-los, basta ativar o Waze.

Waze é um GPS social que usa tecnologia móvel, base de dados e uma comunidade ativa que contribui para redefinição da forma como os mapas são utilizados hoje em dia.  O aplicativo conta atualmente com cerca de 50 milhões de motoristas ativos .

IMAGENS: The iOS Post

Site integra dados de preservação do patrimônio histórico brasileiro

fonte: MundoGEO – por Deyse Delamura

Projeto faz agregação de dados geográficos abertos das políticas de preservação do patrimônio histórico brasileiro de órgãos federal, estadual e municipais do Estado de São Paulo, integrando-os em uma base geográfica com webgis para o desenvolvimento de uma plataforma colaborativa para conhecimento do Patrimônio Cultural brasileiro com a geolocalização dos bens tombados por orgãos como Inphan, Condephaat e Conpresp. Os dados foram obtidos e integrados usando ferramentas e software livres usando Wordrpress , Quantum Gis, OpenStreetmaps, Cartodb e Mapbox.

O site dessa forma tem uma linguagem simples e fácil de manejar, conta com visualizações em 3D das edificações da cidade nas áreas tombadas bem como a visualizações dos lotes em 2D. Funciona em dispositivos móveis, como celulares e tablets, e em breve contará com fotos, artigos, textos.Também possui funcionalidades voltadas acessibilidade de deficientes visuais e idosos.

Site integra dados de preservação do patrimônio histórico brasileiro

Site integra dados de preservação do patrimônio histórico brasileiro

Resultante da integração das varias bases de dados geográficos e não geográficos, o site fornece visualizações dinâmicas e interativas dos bens históricos e de suas regiões de preservação.

Atualmente, o projeto abrange apenas a esfera estadual de São Paulo, mas a aspiração para o futuro é que compreenda todo o território nacional.

Link para o Infopatrimônio: http://www.infopatrimonio.org/

 

Prefeitura de São Luís implantará sistema de georreferenciamento ambiental

fonte: Prefeitura Municipal de São Luís

00018

 

A Prefeitura de São Luís está avançando no processo de informatização da gestão ambiental. Nesta quinta-feira (23), foi realizada uma reunião entre representantes da Secretaria de Projetos Especiais (Sempe) e Secretaria de Meio Ambiente (Semmam) com a empresa Geoambiente Sensoriamento Remoto, contratada para implantação e desenvolvimento do Sistema de Informações Georreferenciadas para Gestão Ambiental (SIGA).

Dentre as novidades que esse novo sistema irá trazer está a possibilidade do cidadão realizar denúncias de forma rápida utilizando o telefone celular, incluindo o envio de fotos. “Essa é uma prática que insere o cidadão como um fiscalizador das questões de interesse público e um agente participante das ações da gestão pública. Ações como essa buscam a agilidade e a transparência, pontos fortes da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior”, afirmou o titular da Sempe, Gustavo Marques.

O processo de contratação da empresa foi realizado através do Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga, financiado pelo Banco Mundial (Bird) e gerenciado pela Prefeitura de São Luís, através da Sempe. A consultoria contratada fará o desenvolvimento e a instalação do SIGA, além do treinamento dos servidores para manutenção e gerenciamento do sistema.

“Essa consultoria vai durar dez meses e irá fortalecer a política municipal de meio ambiente, através da criação desse sistema informatizado que dará maior agilidade aos processos administrativos e operacionais”, explicou o especialista socioambiental da Sempe, José Antônio Lopes.

De acordo com o superintendente de Qualidade Ambiental da Semmam, Raul Vilhena, os benefícios da informatização são importantes para a gestão ambiental. Ele explicou que a ferramenta permitirá ao interessado a realização de pesquisas sobre as questões ambientais do município de maneira rápida e eficaz, com acesso online a um banco de dados. Com o sistema, os pesquisadores terão acesso a informações confiáveis sem a necessidade de se deslocaram à sede da Semmam, no São Francisco.

O analista chefe da consultoria, Tiago Oliveira, ressaltou que o sistema vai aprimorar atividades como o licenciamento, fiscalização e monitoramento ambiental. “Estamos na fase de coleta de dados, e logo em seguida daremos início ao desenvolvimento do software, e após os testes e a aprovação preliminar implantaremos o SIGA”, comentou sobre o andamento do processo.

 

CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps

Texto: Mário Senaga

CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps (Foto: José Jorge)

CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps (Foto: José Jorge)

Vencedora do certame realizado no final do ano passado, a Geoambiente está apoiando o desenvolvimento de uma solução que vai inovar o processo de licenciamento ambiental no Estado de São Paulo.

Confira aqui o conteúdo oficial da notícia divulgada pela assessoria de imprensa da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, ligada à Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo:

“O que vocês fazem com todo esse volume de informações constantes de tantos EIAs (estudos de impacto ambiental) que vocês detêm?”. Conforme a diretora de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB, Ana Cristina Pasini, esse questionamento, dirigido tantas vezes a ela – e que a incomodava – , por conta dos volumosos processos de licenciamento de grandes obras, que abarrotam um galpão cheio de armários e prateleiras guardando esses preciosos arquivos, começa a ter uma resposta à altura e satisfatória, com o Projeto Sala de Cenários.

O projeto foi apresentado nesta quarta-feira, 27/11, no auditório Augusto Ruschi, na Sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA) e da CETESB, para um público formado basicamente por funcionários do Sistema Ambiental do Estado, representantes de empresas parceiras no trabalho, empreendedores e consultores. O “Sala de Cenários”, conforme ressaltou sua coordenadora, Maria Silvia Romitelli, gerente do Departamento de Desenvolvimento de Ações Estratégicas para o Licenciamento, da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental, ainda está em sua fase inicial, e a intenção desta primeira exibição pública foi exatamente mostrar o seu potencial, explicando sua importância como ferramenta tecnológica fundamental para aprimorar a análise dos licenciamentos e o Estado da Arte do projeto.

O trabalho visa fornecer recursos geotecnológicos aos técnicos e ao corpo gerencial da CETESB/SMA, a uma infraestrutura de dados espaciais, onde serão inseridos “layers” (camadas), com respectivos atributos, referentes às informações constantes nos processos de licenciamentos de empreendimentos licenciados com avaliação de impacto ambiental. Tais informações serão digitalizadas, organizadas, georeferenciadas e serão facilmente acessadas.

Para o secretário de Estado do Meio Ambiente, Bruno Covas, a iniciativa atende o princípio da transparência, também ajudando nos custos dos empreendedores, facilitando o acesso às informações existentes, além de reduzir o prazo de análise para o licenciamento ambiental. “Não queremos resolver com flexibilização, mas sim com transparência e recursos tecnológicos”, afirmou, referindo-se a acusações veiculadas pela mídia, de entraves burocráticos e demora na análise do licenciamento, por parte dos órgãos licenciadores, como responsáveis pelo atraso de grandes obras. “Esse projeto vai contribuir ainda mais com o serviço público de qualidade e de excelência, prestados pela CETESB”, arrematou.

O presidente da Companhia, Otavio Okano, destacou que o trabalho irá servir para o aprimoramento dos trabalhos futuros da CETESB e agilizar as análises dos licenciamentos de empreendimentos com impacto ambiental. Segundo lembrou o dirigente, a CETESB já tem diminuído gradativamente os prazos de análise, que antes chegavam a um ano e meio, e atualmente podem ser concluídos em até 100 dias. “Com a Sala de Cenários, esperamos que esses prazos sejam ainda mais reduzidos. Isto somado à boa apresentação dos projetos pelos empreendedores”, disse, sugerindo que atrasos muitas vezes ocorrem pela apresentação incorreta de informações e documentos, que obrigam a agência ambiental a cobrá-los dos empreendedores, retardando o tempo para conclusão dos processos. “Com tudo isso, o maior beneficiário será a sociedade paulista”, finalizou.

A diretora Ana Cristina Pasini fez um pequeno histórico da evolução dos trabalhos , chamando a atenção para as ações que vêm sendo desenvolvidas com Datageo (Projeto DataGEO), há alguns anos, pela CPLA (Coordenadoria de Planejamento Ambiental da SMA) , as quais a sua diretoria resolveu aproveitar, para montar a desejada base de dados, bem organizada, abrangendo os inúmeros dados e informações importantes dos processos de licenciamentos já concluídos, com o devido cronograma de implantação. Ela esclareceu que a Sala de Cenários teve inicio na gestão passada da Companhia, quando alguns recursos financeiros foram destinados para o projeto, que, no entanto, ainda não existia: “Tínhamos o dinheiro, mas não tínhamos o projeto”. Segundo informou, a Sala de Cenários conta com duas fontes de financiamento: a Petrobras, que proverá os recursos necessários à implantação das soluções, e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), que irá oferecer subsídios para o aprimoramento e a garantia de continuidade do projeto.

Conforme Maria Silvia Romitelli, que fez a apresentação do estado da arte do projeto, no “workshop”, o Sala de Cenários prevê: a criação de uma infraestrutura de dados georeferenciados a partir dos estudos ambientais e dos processos de licenciamento da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB, que deverá ser operada junto com o Projeto DataGEO da SMA; o início da gestão eletrônica dos processos de licenciamento com Avaliação de Impacto Ambiental; e o desenvolvimento de um ambiente virtual (“Geoportal”) e físico (Sala de Cenários) de análise.

Ainda de acordo com Silvia, a implantação do projeto busca oferecer, entre outros, as seguintes soluções tecnológicas: análise espacial de diversos temas sobre diferentes projetos, assim como das informações de seu entorno, utilizando ferramentas como a sobreposição de “layers”, análise de proximidade, correlação espacial etc.; busca, acesso e visualização das informações ambientais espaciais e não espaciais de interesse (incluindo os dados obtidos em licenciamentos atuais e pretéritos); consumo e disponibilização, via serviços, de dados espaciais e não espaciais para os diversos setores da CETESB e para os órgãos que compõem o Sistema Ambiental Paulista, além de outros órgãos do Estado; propiciar a interação com empreendedores, consultores e órgãos envolvidos durante o processo de licenciamento. Também, futuramente, o público externo terá acesso às informações, podendo acompanhar os processos de licenciamento.

Ao final do evento, houve apresentações, no “hall” do auditório, do primeiro protótipo do Sala de Cenários, baseando-se em um hipotético projeto de empreendimento . Ainda no worskhop, houve as apresentações da “Política de Tecnologia da Informação e Comunicação em curso para os órgãos integrantes do Sistema Estadual do Meio Ambiente”, por Marcos Mungo, gestor do Grupo Setorial de T.I.C.– GSTIC/SMA; da “Aplicação de infraestrutura de dados espaciais para gestão e planejamento ambiental”, por Arlete Tieko Ohata, diretora do Departamento de Informações Ambientais – CPLA/SMA; e das “Geotecnologias como suporte à Caracterização e ao Monitoramento Ambiental”, por Cristina Bentz, da Gerência de Avaliação e Monitoramento Ambiental do Centro de Pesquisas da Petrobras.

O evento foi prestigiado também pelo vice-presidente da CETESB, Nelson Bugalho; dos diretores Carlos Roberto dos Santos, de Engenharia e Qualidade Ambiental, e Aruntho Savastano Neto, de Controle e Licenciamento Ambiental; e da coordenadora da CPLA/SMA, Zuleica Perez.

 

Geoambiente e Google Maps no 14° Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

O 14º CBGE que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 02 e 06 de Dezembro contou com a participação da Geoambiente, distribuidora do portfólio Google Maps para empresas e governos.

Desastres naturais, controle de erosão, obras de infraestrutura e investigações, remediações de áreas contaminadas, gestão ambiental e mineração. Essas foram as principais linhas de discussão e temáticas de um Evento de caráter multidisciplinar e de vital importância para a nossa sociedade.

O Congresso aconteceu na UFRJ, na Ilha do Fundão e contou com o estande da Geoambiente e seu portfólio de Soluções em geotecnologia, cartografia e Google Maps.

14° CBGE

Dentre os casos de sucesso e aplicações apresentados na Palestra proferida por Izabel Cecarelli, Diretora Presidente da Geoambiente durante o primeiro dia do Evento, destacamos o mapeamento de suscetibilidade aos riscos geotécnicos nas faixas de dutos da Transpetro, a Gestão Ambiental de uma das maiores Usinas Subterrâneas do Brasil (Salto Pilão) assim como as soluções Google Maps desenvolvidas para o Estado de São Paulo (Emplasa e Cetesb).

“Temos que parabenizar a ABGE e a CPRM pela brilhante organização e atual temática do Evento que se tornou um marco nas políticas públicas de um país que vivencia grandes obras de infraestrutura e se prepara para evitar ou minorar os efeitos catastróficos e tragédias causadas por deslizamentos, escorregamentos e enchentes”, afirma Izabel Cecarelli.

O CBGE é realizado a cada dois anos, sendo esta sua décima quarta edição.

Geoambiente – Google Enterprise Partner